Princesa Tecelã
Americana, conhecida como “Princesa Tecelã”, é considerada a capital nacional do tecido devido à alta concentração de indústrias têxteis. Após uma recessão, o setor diversificou seu ramo de atuação, possuindo hoje muitas empresas de diversos setores e um forte comércio, totalizando mais de 5.000 estabelecimentos comerciais.
Iniciou-se entre os anos de 1935 e 1970 com as indústrias facionistas, onde os operários recebiam a matéria-prima e usavam seu próprio tear em casa.
Assim foram surgindo as primeiras indústrias têxteis que, com o passar do tempo, tornaram-se grandes empresas no país. O alto número de empregos oferecidos na época trouxe os imigrantes italianos que, com o desembarque de novas indústrias de tecidos, passaram a trabalhar na cidade deixando a agricultura em segundo plano e tornando Americana o maior produtor de fibras artificiais e sintéticas de toda a América Latina.
Isso até a década de 90, quando a abertura do mercado brasileiro no setor têxtil modernizou-se para enfrentar a economia globalizada, firmando-se como a Capital Nacional do Tecido.
Com a criação da RMC (Região Metropolitana de Campinas), a cidade passou a ser vista com maior interesse e respeito na economia regional, possuindo números impressionantes. Além disso, também mantêm cuidados na preservação do meio ambiente, sendo hoje o segundo centro de compras da região que compreende 19 municípios.
O transporte da cidade possui a 2ª maior frota de veículos da região, mais de 90 mil veículos com uma média de um veículo para cada dois habitantes, tendo 80% da frota com menos de cinco anos.
|